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𝔫𝔞𝔡𝔞 𝔭𝔲𝔯𝔬

𝖓𝖆𝖉𝖆 𝖕𝖚𝖗𝖔

𝚗𝚊𝚍𝚊 𝚙𝚞𝚛𝚘

𝕟𝕒𝕕𝕒 𝕡𝕦𝕣𝕠

𝓃𝒶𝒹𝒶 𝓅𝓊𝓇ℴ

𝓷𝓪𝓭𝓪 𝓹𝓾𝓻𝓸

ПΛDΛ PЦЯӨ

ᘉᗩᗞᗩ ᑭᑌᖇO

ᥒᥲdᥲ ρᥙr᥆

ɴᴀᴅᴀ ᴘᴜʀᴏ

ⁿᵃᵈᵃ ᵖᵘʳᵒ

oɹnd ɐpɐu

𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐮𝐫𝐨

𝒏𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒖𝒓𝒐

𝗇𝖺𝖽𝖺 𝗉𝗎𝗋𝗈

𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗽𝘂𝗿𝗼

𝘯𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘶𝘳𝘰

𝙣𝙖𝙙𝙖 𝙥𝙪𝙧𝙤

n̲a̲d̲a̲ ̲p̲u̲r̲o̲

n̳a̳d̳a̳ ̳p̳u̳r̳o̳

n̶a̶d̶a̶ ̶p̶u̶r̶o̶

n̷a̷d̷a̷ ̷p̷u̷r̷o̷

n͎a͎d͎a͎ ͎p͎u͎r͎o͎

n̾a̾d̾a̾ ̾p̾u̾r̾o̾

ⓝⓐⓓⓐ ⓟⓤⓡⓞ

🄽🄰🄳🄰 🄿🅄🅁🄾

🅝🅐🅓🅐 🅟🅤🅡🅞

🅽🅰🅳🅰 🅿🆄🆁🅾

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ɴᴀᴅᴀ ᴘᴜʀᴏ

ⁿᵃᵈᵃ ᵖᵘʳᵒ

oɹnd ɐpɐu

𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐮𝐫𝐨

𝒏𝒂𝒅𝒂 𝒑𝒖𝒓𝒐

𝗇𝖺𝖽𝖺 𝗉𝗎𝗋𝗈

𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗽𝘂𝗿𝗼

𝘯𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘶𝘳𝘰

𝙣𝙖𝙙𝙖 𝙥𝙪𝙧𝙤

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n̳a̳d̳a̳ ̳p̳u̳r̳o̳

n̶a̶d̶a̶ ̶p̶u̶r̶o̶

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Experimento de som a partir da captação das aves no fim de tarde, captação de violão, plugin de sintetizador arturia analog lab, samples com humanoid. Vídeo e fotos auto retratados de cyber shot

Anteontem fui dar um passeio com os cachorros por volta das 18h, os pássaros estavam cantando muito mais alto do que eu já havia reparado.

Estava com o celular e me lembrei de registrar um pouco dessa conversa.

O silêncio não existe aqui.

Só uma ocupação sonora muito harmônica e relaxante.

Tenho me encontrado bastante nesse prazer.

Acredito que estão falando comigo e respondo.

"Aproveita, aproveita que uma hora acaba..." repito pra mim, com a intenção de absorver ao máximo cada pedacinho de luz que entra na minha íris e todo suor dos 30 graus que faz hoje. Tenho me sentido extremamente livre com minha criatividade, sem demandas nem prazos. Aprendendo a permitir que flua algo que vem do exterior natural, entra pra dentro da minha mente sem forçar e acontece sem forma pré definida.

Essa coisa de tentar absorver o som ambiente tem me estimulado bastante. Não era uma prática e agora me motiva produzir linhas que se comuniquem com esse som da natureza, como um exercício de existir em conjunto.

Não sei qual o tipo de mudança estou passando exatamente, mas há algum tempo sinto os ouvidos mais sensíveis e vários sons cotidianos passaram a ser mais dolorosos. Tenho preferido timbres mais amenos, velocidade lenta, sem disputa de volume num mesmo espaço de Hz. Acho que trabalhei muito o inverso nos meus anos de música eletrônica e agora quero acessar outros lugares.

Criei este espaço de compartilhamento de novas experiências pois quero revisitar esses pensamentos no futuro.

Sempre gostei muito de internet e blogs e redes sociais, mas torço muito para que o Instagram e afins morram logo, apesar de ainda usar por achar necessário na profissão. Utopia contemporânea, ser artista e não precisar das redes sociais do zuck.

Tá sendo bem interessante e gostoso acompanhar os acessos aos compartilhamentos daqui e eu ficarei feliz de saber o que você tá achando, me manda uma mensagem e me conta :) pode ser no insta haha ou no email: raianysinara@gmail.com

Beijos.





Há tempos venho nutrindo o desejo de organizar e compartilhar arquivos coletados nos últimos anos. Gravações, produções, referências e experimentos que fiz e quero continuar a fazer.

Estou em processo de criação de um trabalho sonoro que tem me levado a revisitar todo meu arquivo que está agora sendo acrescido de novas gravações do ambiente que estou temporariamente vivendo: a beira de um rio. Muitas aves, macacos, grilhos, instigam meus ouvidos o tempo todo, além do som constante da água e vento.

Rio paraná
Rio paraná

Como tudo nessa vida é passageiro, tenho registrado muitos momentos. Filmo, gravo sons, escrevo, nado, pesco, canto, caminho. Fiz um movimento em direção à minha criatividade que tava um pouco minada depois de 8 anos morando em São Paulo. Daqui a pouco a estrada volta a ser minha principal casa e a cidade grande a maior parada, então sinto que preciso deixar esses momentos especiais e nutritivos guardados onde eu posso visitar sempre que precisar me lembrar quem eu sou e de onde vim.

 Por aqui, o som de viola caipira dita o toque das rádios e ainda se ouve muitas canções que falam da natureza, amor, coração partido e pinga. Claro que as músicas atuais também tocam, e muito, só que eu prefiro mergulhar nas modas antigas onde o interlocutor é o trabalhador e não o fazendeiro.

Pra onde eu olho vejo um pouco dela, Helena Meirelles, a violeira que completaria 100 anos ano passado. Conheci seu trabalho através de Tetê Espíndola, que fez dois shows em homenagem ao centenário e pude vivenciar um. Acho místico agora eu estar na beira do rio que ela nasceu, Rio Paraná. Pode ser mera coincidência mas que coincidência bonita. É muito prazeroso ver sentido nas coisas invisíveis. Ela e Tetê são conterrâneas que me inspiram constantemente. As vejo como rebeldes, punks, dentro de seus contextos e estéticas, que conseguiram modificar pra sempre a música sul matrogrossense.

Eu sempre volto aqui quando preciso me encontrar.









Inaugurando o ateliê Nada Puro, espaço de experimentação livre e compartilhamento entre som, imagem e palavra.

Vídeo experimento realizado no Rio Paraná, em Março de 2025.

Som criado a partir da captação da água do rio + samples + sintetizador + efeitos



doe e colabore

qualquer valor :)
R$ 50
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2025 _ raiany sinara

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